Bem Vindo

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Giovanni Melchior Bosco - Urna de Dom Bosco em Fortaleza
















Giovanni Melchior Bosco nasceu em 16 de agosto de 1815 em Becchi, perto de Turim, norte da Itália. Ficou órfão de pai aos 2 anos de idade. Margarida, sua mãe, ensinou-lhe a ver Deus em tudo, principalmente no rosto dos mais pobres.
Aos 9 anos, teve um sonho que marcou a sua vida. Um senhor majestoso e uma nobre senhora dão a dica: "Torna-te forte, humilde e robusto. A seu tempo, tudo compreenderás. Aprende com os saltimbancos dos circos ambulantes, dá espetáculo para seus colegas, conta-lhes histórias e conquista-lhes o coração. Leva todo mundo para a Igreja".
Seu irmão Antônio, que não gostava dele, não o deixa estudar. Assim, saiu de casa com 12 anos de idade. Cuidava de bois na fazenda dos Moglia e estudava debaixo das árvores. Voltou para casa apenas quando Antônio se casou.
Entrou no seminário de Chieri. Inteligente e dedicado, aprendeu ofícios de alfaiate, ferreiro, encadernador, tipógrafo e outros.
Em 5 de junho de 1841, foi ordenado sacerdote em meio à revolução industrial. Logo iniciou sua obra de educação de crianças, por influência de São José Cafasso. Dedicou-se aos jovens abandonados da cidade de Turim, "produtos da era da industrialização", que então começava. A realidade era dura para aqueles que haviam deixado o campo em direção à cidade.
O que mais chocava Dom Bosco eram as cadeias cheias de jovens. Essa realidade o impressionava tanto que decidiu impedir que meninos tão jovens acabassem na cadeia. Os párocos de Turim sentiam o problema, mas esperavam que os garotos os procurassem na sacristia. Dom Bosco foi ao encontro deles na rua, nos botequins onde trabalhavam.
Em 1841, começou o Oratório de Dom Bosco, com Bartolomeu Garelli, um oratório diferente dos outros. Em questão de meses, o oratório tinha 80 jovens. Em 1847, Dom Bosco sentiu necessidade de recolher os meninos em internatos-escola.
Em 1853, Dom Bosco começou as escolas profissionais. Neste meio, estão presentes as oficinas de alfaiate, encadernação, marcenaria, tipografia e mecânica, respostas às necessidades da época. Para mestres destas oficinas, Dom Bosco inventou um novo tipo de religioso: o coadjutor salesiano.
O internato do Oratório de Valdocco cresceu. Em 1861, eram 800 meninos. Mamãe Margarida vendia objetos de estimação para arranjar dinheiro. Alimentar e educar aqueles meninos custava muito. Em 1859, Dom Bosco reuniu o primeiro grupo de jovens educadores no Oratório. Este grupo deu origem à Congregação Salesiana.
Dom Bosco, santo de ações rápidas, não esperava pelo amanhã, começava logo. Naqueles tempos de fome e miséria não se podia esperar muito. Dom Bosco e os salesianos sabiam que "era preciso ensinar a pescar em vez de dar o peixe". Sabiam também que, em muitos casos, era preciso dar o peixe para que o garoto tivesse condições de aprender a pescar.
Nos anos seguintes, Dom Bosco fundou e organizou a Congregação Salesiana, o Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora e os Cooperadores Salesianos. Costruiu, em Turim, a Basílica de Nossa Senhora Auxiliadora, e fundou 59 casas salesianas em 6 países. Abriu as missões na América Latina. Publicou as Leituras Católicas para o povo mais simples. Sobretudo, viveu o modo evangélico de educar através da Razão, Religião e Carinho, que passa à história como referencial pedagógico denominado Sistema Preventivo.
A alguém que lhe lembra tudo o que fez, responde: Eu não fiz nada. Foi Nossa Senhora quem tudo fez.
Morreu em 31 de janeiro de 1888, deixando esta recomendação: Amem-se como irmãos. Façam o bem a todos e o mal a ninguém. Digam a meus jovens que os espero no paraíso. Foi beatificado em 1929 e canonizado por Pio XI em 1934.
Quando da morte de Dom Bosco, haviam 14 escolas profissionais espalhadas pela Itália, França, Espanha e Argentina. Chegaram a 200 em todo o mundo.
Foto: Edimar Bento

Catedral Metropolitana de Fortaleza - Urna de Dom Bosco
















Peregrinação da Urna de Dom Bosco em Fortaleza

Celebração de 150 anos da congregação

A urna de Dom Bosco percorre os cinco continentes e chega ao Brasil. O primeiro itinerário internacional da peregrinação da Urna de Dom Bosco está sendo feito na região salesiana América Cone sul. O Chile foi o primeiro país a receber a urna no período de 02 a 18 de julho, de lá a peregrinação passou pela Argentina, Uruguai e Paraguai, onde foi enviada para o Brasil no dia 15 de novembro de 2009.

Em 2009, foi comemorado o aniversário de 150 anos da Congregação Salesiana. Em 16 de agosto de 2015, serão celebrados os 200 anos de nascimento de seu fundador, São João Bosco. Diante dessas comemorações tão significativas, o Reitor-mor da Congregação e 9º sucessor de Dom Bosco, Pe. Pascual Chavez Villanueva lançou uma peregrinação especial por todo mundo salesiano. Uma urna, contendo as relíquias do santo, percorrerá os 130 países, nos 5 continentes em que há presença salesiana.

Desde o dia 21 de janeiro a urna percorre algumas cidades da região nordeste.
O que são as relíquias?

Uma relíquia é uma peça preservada para ser venerada e, em geral, está relacionada à vida de um santo. No caso específico de Dom Bosco, as relíquias são a mão direita do santo e o radio (osso do braço). Guardadas em caixas especiais, as relíquias foram colocadas no interior de uma estátua de Dom Bosco e acomodadas dentro de uma urna feita em alumínio, bronze e cristal. Essa urna peregrina é uma réplica da que está na Basílica de Maria Auxiliadora, em Turim, na Itália.

Itinerário da Urna em Fortaleza

A urna chegará à Fortaleza no dia 05 de fevereiro de 2010. Irá passar pelo Colégio Juvenal de Carvalho e Colégio Dom Lustosa onde ficará até o dia 06. No dia 06 seguirá para a Catedral Metropolitana de Fortaleza onde haverá missa às 08h30min celebrada pelo Sr. Arcebispo Dom José Antônio. Às 10h30min a urna sairá em carreata solene para o Colégio Salesiano Dom Bosco, na paróquia da Piedade onde ficará em exposição e visitação durante a tarde e parte da noite.

Dia 07 a urna sairá em translado para Belém - PA.

A paróquia da Piedade fica na Rua Joaquim Torres, 185, Joaquim Távora.

Informações (85) 88690778 - Márcia Brandão / (85) 87500703 – Jocasta Pimentel
FM Dom Bosco.

Fonte: Pascom da Arquidiocese de Fortaleza
A Catedral Metropolitana de Fortaleza realizou neste sábado pela manhã missa e uma excelente homenagem aos 150 anos da congregação Salesiana.
Foto: Edimar Bento

Peregrinação da Urna de Dom Bosco 2010 - Centro Educacional Dom Lustosa




Peregrinação da Urna de Dom Bosco em Fortaleza


Celebração de 150 anos da congregação

A urna de Dom Bosco percorre os cinco continentes e chega ao Brasil. O primeiro itinerário internacional da peregrinação da Urna de Dom Bosco está sendo feito na região salesiana América Cone sul. O Chile foi o primeiro país a receber a urna no período de 02 a 18 de julho, de lá a peregrinação passou pela Argentina, Uruguai e Paraguai, onde foi enviada para o Brasil no dia 15 de novembro de 2009.

Centro Educacional Dom Lustosa
Av. João Pessoa , 5920 Damas
sexta-feira 05 de fevereiro 2010

Foto: Luciano Cruz

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Cruz Vermelha Filial Ceará Visita As Belonaves da Marinha do Brasil Cais do Porto - Mucuripe 2006

Marinha do Brasil Missão de Paz Operação Tropicalex Fortaleza - Ce 16 de Maio de 2006
Meu Filho, Tiê era Voluntário da Cruz Vermelha e fez um video mostrando as Belonaves e no inicio das filmagens em primeiro plano o Presidente da Cruz Vermelha Dr. Mário Hesse Leão, Psicólogo Falecido no dia 09 de julho de 2008 de embolia Pulmonar, 37 anos de serviços na Cruz Vermelha.Meu filho hoje está na Marinha do Brasil, servindo em Manaus 9° distrito Naval.

Garça - Branca Lagoa da Parangaba - Fortaleza


Garça-branca (Ardea alba)


Classe: Aves

Ordem: Ciconiformes

Família: Ardeidae

Nome científico: Ardea alba

Nome vulgar: Garça-branca

Categoria: Vulnerável




Na época da reprodução, aparecem no dorso dos indivíduos de ambos os sexos as egretas, penas delicadas que se eriçam durante a dança nupcial. Tais penas, por despertarem a cobiça de comerciantes, foram a causa da matança de milhares de garças. No final do período reprodutivo as egretas ficam bem desgastadas e são substituídas por penas de cobertura normais. A. alba, assim como outros ardeídos, possui a penugem de pó concentrada no peito e na região uropigiana. Esta penugem é representada por penas que crescem continuamente e que se desintegram em pó azulado; este é espelhado pelo bico na plumagem da ave e absorve as suas impurezas. Com auxílio da unha do dedo médio do pé, transformada em pente, a ave promove a limpeza da plumagem. Como as outras garças e socós, A. alba voa com o pescoço encolhido e as pernas estendidas.

Alimentação: peixes, anfíbios, répteis e invertebrados, capturados comumente dentro d'água; para tal, mantém-se quase imóvel à espera da presa.

Nidificação: os ninhos e os ovos assemelham-se aos de Egretta thula, porém, com diâmetros maiores. Assemelham-se também os períodos de incubação e de alimentação dos filhotes. Juntamente com outras espécies de ardeídeos, além de colhereiros, cabeças-secas e biguás, as garças podem formar ninhais muito numerosos na época reprodutiva.

Hábitat: borda de lagos, rios e banhados.

Tamanho: 75,0 cm.


Fonte: USP

Em Fortaleza, nas Lagoas de Parangaba, Maraponga e Mondubim e certeza você vê um Bando de Garças tomando o seu tradicional banho de Sol,  é raro o tempo nublado em fortaleza. Apenas nos meses de janeiro e fevereiro o tempo fica bonito para chover.

Florbela Espanca - Vila Viçosa ( Alentejo) 1894 -1930


Poetisa portuguesa, natural de Vila Viçosa (Alentejo). Nasceu filha ilegítima de João Maria Espanca e de Antónia da Conceição Lobo, criada de servir (como se dizia na época), que morreu com apenas 36 anos, «de uma doença que ninguém entendeu», mas que veio designada na certidão de óbito como nevrose. Registada como filha de pai incógnito, foi todavia educada pelo pai e pela madrasta, Mariana Espanca, em Vila Viçosa, tal como seu irmão de sangue, Apeles Espanca, nascido em 1897 e registado da mesma maneira. Note-se como curiosidade que o pai, que sempre a acompanhou, só 19 anos após a morte da poetisa, por altura da inauguração do seu busto, em Évora, e por insistência de um grupo de florbelianos, a perfilhou.
Estudou no liceu de Évora, mas só depois do seu casamento (1913) com Alberto Moutinho concluiu, em 1917, a secção de Letras do Curso dos Liceus. Em Outubro desse mesmo ano matriculou-se na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, que passou a frequentar. Na capital, contactou com outros poetas da época e com o grupo de mulheres escritoras que então procurava impor-se. Colaborou em jornais e revistas, entre os quais o Portugal Feminino. Em 1919, quando frequentava o terceiro ano de Direito, publicou a sua primeira obra poética, Livro de Mágoas. Em 1921, divorciou-se de Alberto Moutinho, de quem vivia separada havia alguns anos, e voltou a casar, no Porto, com o oficial de artilharia António Guimarães. Nesse ano também o seu pai se divorciou, para casar, no ano seguinte, com Henriqueta Almeida. Em 1923, publicou o Livro de Sóror Saudade. Em 1925, Florbela casou-se, pela terceira vez, com o médico Mário Laje, em Matosinhos.
Os casamentos falhados, assim como as desilusões amorosas, em geral, e a morte do irmão, Apeles Espanca (a quem Florbela estava ligada por fortes laços afectivos), num acidente com o avião que tripulava sobre o rio Tejo, em 1927, marcaram profundamente a sua vida e obra. Em Dezembro de 1930, agravados os problemas de saúde, sobretudo de ordem psicológica, Florbela morreu em Matosinhos, tendo sido apresentada como causa da morte, oficialmente, um «edema pulmonar».
Postumamente foram publicadas as obras Charneca em Flor (1930), Cartas de Florbela Espanca, por Guido Battelli (1930), Juvenília (1930), As Marcas do Destino (1931, contos), Cartas de Florbela Espanca, por Azinhal Botelho e José Emídio Amaro (1949) e Diário do Último Ano Seguido De Um Poema Sem Título, com prefácio de Natália Correia (1981). O livro de contos Dominó Preto ou Dominó Negro, várias vezes anunciado (1931, 1967), seria publicado em 1982.

A poesia de Florbela caracteriza-se pela recorrência dos temas do sofrimento, da solidão, do desencanto, aliados a uma imensa ternura e a um desejo de felicidade e plenitude que só poderão ser alcançados no absoluto, no infinito. A veemência passional da sua linguagem, marcadamente pessoal, centrada nas suas próprias frustrações e anseios, é de um sensualismo muitas vezes erótico. Simultaneamente, a paisagem da charneca alentejana está presente em muitas das suas imagens e poemas, transbordando a convulsão interior da poetisa para a natureza.
Florbela Espanca não se ligou claramente a qualquer movimento literário. Está mais perto do neo-romantismo e de certos poetas de fim-de-século, portugueses e estrangeiros, que da revolução dos modernistas, a que foi alheia. Pelo carácter confessional, sentimental, da sua poesia, segue a linha de António Nobre, facto reconhecido pela poetisa. Por outro lado, a técnica do soneto, que a celebrizou, é, sobretudo, influência de Antero de Quental e, mais longinquamente, de Camões.

Poetisa de excessos, cultivou exacerbadamente a paixão, com voz marcadamente feminina (em que alguns críticos encontram dom-joanismo no feminino). A sua poesia, mesmo pecando por vezes por algum convencionalismo, tem suscitado interesse contínuo de leitores e investigadores. É tida como a grande figura feminina das primeiras décadas da literatura portuguesa do século XX.

leia mais:http://www.astormentas.com/biografia.aspx?t=autor&id=Florbela+Espanca

baixar livro de dominio publico(Poemas Selecionados-Florbela Espanca)http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=2786

Fagner e Florbela Espanca:
O disco de 1981 é o Traduzir-se, lançado no Brasil e na Espanha, com participações de Mercedes Sosa (na gravação definitiva de Años de Pablo Milanés), Manzanita, Joan Manuel Serrat e Camaron de La Isla.
Um grande disco. Uma das músicas executadas nas rádios foi Fanatismo, música de Fagner sobre poema de Florbela Espanca.
A parceria com Florbela Espanca estaria presente no disco seguinte, com as músicas FUMO e TORTURA.

http://www.fagner.com.br/biografia.html

Conheci Florbela Espanca ouvindo: Fanatismo e Fumo

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Loja RosaCruz Fortaleza

História

Que é a AMORC? Qual a sua origem?



A Antiga e Mística Ordem Rosae Crucis, conhecida mundialmente sob a sigla AMORC, é uma organização filosófica, mística, iniciática e tradicional que constitui um ponto de referência no âmbito do Esoterismo. No plano histórico, sua origem remonta ao século XVII, época em que se fez conhecida publicamente através de três manifestos:o Fama Fraternitatis, o Confessio Fraternitatis e o Casamento Alquímico de Christian Rosenkreutz. Na realidade, a Ordem é muito mais antiga, pois sua fonte está nas ecolas de mistérios do antigo Egito, cuja existência é reconhecida nos dias de hoje pela maioria dos egiptólogos e historiadores. Como o nome indica, estas escolas possuíam locais onde eram estudados os mistérios do universo da natureza e do homem.


A sua propagação


Do Egito, a Ordem Rosacruz se expandiu para a Grécia sob o impulso dos filósofos desse país, particularmente sob Pitágoras, e mais tarde para a Europa da Idade Média dos alquimistas e dos templários. Nos séculos seguintes, os pensadores da Renascença e os espiritualistas da época moderna contribuíram para sua expansão, tanto no Oriente quanto no Ocidente. Então, a liberdade de consciência rapidamente se deteriorou, e a Ordem foi obrigada a se transformar e adotar diversos nomes no decorrer da sua história para manter suas atividades em absoluto segredo. É por esta razão que durante muito tempo a Ordem Rosacruz foi considerada como uma sociedade dita secreta. Mesmo assim, nunca deixou de transmitir seus ensinamentos e suas idéias, participando sempre a igualdade dos sexos e a construção da verdadeira fraternidade entre os Homens.

LOJA ROSACRUZ FORTALEZA
Rua Rosacruz, 951 - Maraponga - Caixa Postal: 250 - 60001-970 – Fortaleza – CE
Fone: 085 3296 2037 lojafortalezaamorc@ig.com.br

site oficial: http://www.amorc.org.br/index.htm



Foto: Edimar Bento